Especulações de que Lula estaria trabalhando pelo fim da reeleição
BRASÍLIA - "Estão dizendo que eu quero voltar em 2014. Eu não sei se estou vivo até lá", disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira, em resposta às especulações de que estaria trabalhando pelo fim da reeleição. O assunto veio à tona depois de uma reunião de Lula com os seus líderes no Congresso Nacional. Eles confirmaram a conversa e, inclusive, declaram que o presidente não queria aparecer como o autor da proposta, que teria o apoio de parte do PSDB, à frente o governador de São Paulo, José Serra.
Lula reafirma o discurso favorável ao fim da reeleição, mas com a ampliação do mandato do presidente para cinco anos. No entanto, o presidente fez questão de dizer aos aliados que o governo não vai liderar esse debate e que a questão tem que ser encaminhada pelos partidos e pelo Congresso, dentro da reforma política.
O deputado José Carlos Aleluia (BA), vice-líder dos Democratas, criticou o debate sobre o fim da reeleição e disse que o seu partido é contra o fim da reeleição. Para ele, se depender da oposição, essa questão não será incluída na reforma poítica. De resto, o Democrata não vê da parte do governo interesse em fazer a reforma política. “Além do mais, não se pode tratar de uma questão de tamanha importância, sob os auspícios de um presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, que não é confiável”, afirmou.
Para Aleluia, não se pode desprezar os antecedentes de Lula. A afinidade do presidente brasileiro com Hugo Chávez, nota, "remete para um cenário nada democrático".
“Ninguém neste País desconhece o DNA autoritário do presidente da República. Lula tentou controlar a Imprensa, através de um Conselho Federal de Jornalismo, tem um projeto de criação uma rede de TV à moda Chávez. Enfim, não faltam ingredientes para constatar-se as verdadeiras intenções de Lula e do PT. Não é difícil imaginar as intenções de Lula por trás desse debate sobre o fim da reeleição”, adverte Aleluia.
Lula reafirma o discurso favorável ao fim da reeleição, mas com a ampliação do mandato do presidente para cinco anos. No entanto, o presidente fez questão de dizer aos aliados que o governo não vai liderar esse debate e que a questão tem que ser encaminhada pelos partidos e pelo Congresso, dentro da reforma política.
O deputado José Carlos Aleluia (BA), vice-líder dos Democratas, criticou o debate sobre o fim da reeleição e disse que o seu partido é contra o fim da reeleição. Para ele, se depender da oposição, essa questão não será incluída na reforma poítica. De resto, o Democrata não vê da parte do governo interesse em fazer a reforma política. “Além do mais, não se pode tratar de uma questão de tamanha importância, sob os auspícios de um presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, que não é confiável”, afirmou.
Para Aleluia, não se pode desprezar os antecedentes de Lula. A afinidade do presidente brasileiro com Hugo Chávez, nota, "remete para um cenário nada democrático".
“Ninguém neste País desconhece o DNA autoritário do presidente da República. Lula tentou controlar a Imprensa, através de um Conselho Federal de Jornalismo, tem um projeto de criação uma rede de TV à moda Chávez. Enfim, não faltam ingredientes para constatar-se as verdadeiras intenções de Lula e do PT. Não é difícil imaginar as intenções de Lula por trás desse debate sobre o fim da reeleição”, adverte Aleluia.

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