A CPI será composta por 13 senadores e funcionará por um prazo de 180 dias
A CPI do Apagão Aéreo está mais perto de acontecer. O requerimento da instalação da comissão no Senado foi entregue na tarde desta quarta-feira (18) ao presidente ao presidente da Casa, senador Renan Calheiros (PMDB-AL). Acompanhado por deputados e senadores da oposição, o autor do documento e líder do Democratas, José Agripino (RN), esclareceu que, ao contrário do que afirmam os governistas, a CPI não tem cunho político, mas quer identificar os responsáveis pela crise nos aeroportos brasileiros.
“Essa comissão parlamentar não tem qualquer intenção política, mas unicamente mostrar o que fato determinado: o apagão aéreo”, frisou o parlamentar. O requerimento conta com a assinatura de 34 senadores, mas a expectativa é de que, antes de ser analisada pela Secretaria Diretora do Senado, mais dois senadores apóiem a comissão, os pedetistas Jefferson Peres (AM) e Osmar Dias (PR). Agripino acredita na isenção do presidente da Casa para analisar o documento entregue.
Segundo o parlamentar potiguar, a CPI do Apagão Aéreo no Senado é de todos os partidos, e não somente do Democratas. “Essa comissão é dos democratas, tucanos, do PDT, do PSol... É a CPI do bom senso”, acrescentou. Renan Calheiros deve se reunir com os líderes partidários na próxima terça-feira (24) para discutir pontos da CPI, no Senado. “Acredito na isenção de Renan para analisar o fato. Além disso, ele é, acima de tudo, escravo do regimento e o que estamos fazendo é garantir o direito das minorias”.
Se instalada, a CPI do Apagão Aéreo será composta por 13 senadores e funcionará por um prazo de 180 dias. Depois de lido pela Mesa, o documento segue para a Secretaria Geral que analisará se os termos regimentais e constitucionais estão adequados. “Se a base governista não tivesse impedido a CPI na Câmara, nada disso estaria acontecendo. Nosso interesse, no Senado, é identificar as razões do caos nos aeroportos brasileiros e apontar as soluções já que quem sofre com tudo isso é, principalmente, o cidadão comum”, frisou Agripino.
www.agripino.com.br
jose.agripino@senador.gov.br
“Essa comissão parlamentar não tem qualquer intenção política, mas unicamente mostrar o que fato determinado: o apagão aéreo”, frisou o parlamentar. O requerimento conta com a assinatura de 34 senadores, mas a expectativa é de que, antes de ser analisada pela Secretaria Diretora do Senado, mais dois senadores apóiem a comissão, os pedetistas Jefferson Peres (AM) e Osmar Dias (PR). Agripino acredita na isenção do presidente da Casa para analisar o documento entregue.
Segundo o parlamentar potiguar, a CPI do Apagão Aéreo no Senado é de todos os partidos, e não somente do Democratas. “Essa comissão é dos democratas, tucanos, do PDT, do PSol... É a CPI do bom senso”, acrescentou. Renan Calheiros deve se reunir com os líderes partidários na próxima terça-feira (24) para discutir pontos da CPI, no Senado. “Acredito na isenção de Renan para analisar o fato. Além disso, ele é, acima de tudo, escravo do regimento e o que estamos fazendo é garantir o direito das minorias”.
Se instalada, a CPI do Apagão Aéreo será composta por 13 senadores e funcionará por um prazo de 180 dias. Depois de lido pela Mesa, o documento segue para a Secretaria Geral que analisará se os termos regimentais e constitucionais estão adequados. “Se a base governista não tivesse impedido a CPI na Câmara, nada disso estaria acontecendo. Nosso interesse, no Senado, é identificar as razões do caos nos aeroportos brasileiros e apontar as soluções já que quem sofre com tudo isso é, principalmente, o cidadão comum”, frisou Agripino.
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