Texto Anti-Aborto que circula na Internet
Carta à minha mãe* “Mãe, Está quentinho, cá dentro. Ainda não nasci, mas cresci muito desde que há dez semanas tu e o pai ouviram aquela música calminha muito bonita e passaram a noite juntos. Já tenho uma cabeça muito grande, mãe, maior que o resto de mim, e se já abrisse os olhos conseguia ver ali ao fundo os meus pés. Ainda falta muito tempo para eu nascer, mas já não me apetece ficar aqui. Quando eu nascer, daqui a uns meses, prometo que não vou chorar, mãe. Mas tens de dizer ao médico para não me dar uma palmada no rabo, porque eu não fiz nenhuma asneira. Só se ele me der uma palmada é que eu choro. Quando eu conseguir abrir os olhos quero ver-te a ti e ao pai, debruçados juntos sobre mim, a fazerem caras parvas e estalinhos com a língua para me verem a rir. E eu vou rir, embora não vá achar piada às vossas caras, só para vos ver felizes. Quando crescer vou querer jogar futebol. Acho que quero ser guarda-redes. Ou então vou ser surfista como o tio, porque gosto muito de ouvir o mar. No outro dia fomos passear para a praia, quando ainda não sabias que eu já estava na tua barriga, e ouvi o mar pela primeira vez. Também ouvi o vento, mas não achei tão bonito. O pai também não achou, porque queria namorar contigo e não conseguiu. Eu também vou querer namorar, mãe, quando for mais velho. Quero conhecer uma rapariga muito bonita e apaixonar-me por ela e dar-lhe a mão num concerto da minha banda preferida. Se calhar também vou querer ter uma banda! E também vou aprender a cantar, porque as raparigas gostam mais dos cantores. Quando eu andar na escola quero ser bom aluno, mas não quero fazer os trabalhos de casa nem escrever as composições. Acho que não vou gostar muito de escrever. Na escola vou ter muitos amigos e nunca me vou separar deles, porque vão ser os meus melhores amigos. Também quero ter um irmão. Quando me casar com a rapariga mais bonita do mundo vou comprar uma casa ao pé da praia, para ouvir o mar (já te disse que gosto de ouvir o mar, mãe?), e vou nadar todas as manhãs para não ficar com uma barriga gorda como a do pai. Também vou ter um cão, grande e bonito, rafeiro, e vou passear com ele ao fim da tarde e tirar muitas fotografias, todas ao pôr-do-sol, porque é ao pôr-do-sol que as fotografias ficam mais bonitas. Se calhar quero ser fotógrafo. Quando eu for grande, mãe, também vou querer ter um filho. Se for menina vai ter o teu nome. Se for menino ainda não sei como se vai chamar. Mas ainda tenho muito tempo para pensar nisso e nem sequer sei o meu nome! Gostava de me chamar como o avô, o avô tem um nome bonito. Acho que o meu filho vai ser inteligente e bonito como a rapariga de quem eu vou gostar. Quando eu for grande acho que não vou acreditar em Deus. Prefiro acreditar em ti, mãe, porque tu és boa pessoa. Por isso, quando fores velhinha como o avô e morreres, acho que vou chorar, porque não sei para onde vamos quando morremos. Mas, mãe, ouvi-te falar ontem com o pai, já sei que decidiram fazer um aborto. Tenho pena, porque assim já não vou nascer e eu gostava de ver como é o mar. Mas não faz mal, mãe. Sou muito pequenino, pequenino demais, e tu és a minha mãe, tenho de confiar em ti. Se não fores tu a fazê-lo, mãe, quem mais me protege? Agora ouço-te chorar (não te preocupes, o pai não precisa de saber), por isso quis falar contigo antes de te dizer adeus, embora saiba que nem tu me consegues ouvir nem eu consigo falar. Ou sequer pensar. Mãe, eu nem sei se existo! Se morrer, morro sem fotografias ao fim da tarde, sem ter tido um cão e sem me ter apaixonado. Morro sem ter respirado. Morro sem ter memórias, mãe, mas só porque não mas deixaram ter. Não chores, mãe. Se calhar és tu que tens razão, se calhar Deus existe e vamos todos para um sítio melhor quando morremos. Só espero que esse sítio seja bonito e que tenha uma praia, porque eu gosto muito da praia… E gosto de ouvir o mar. Adeus, mãe, e não chores. Tu acreditas em Deus, não acreditas? Então eu acredito em ti.”
Só uma coisinha, e é pessoal mesmo.
Algumas pessoas defendem o aborto... costumam dizer que é um "direito da mulher"... que apenas a mulher pode decidir se quer abortar ou não... e por aí vai, cada argumento mais imbecil que o outro.
Quanto a isso, só digo o seguinte:
Apóio o aborto! SE, apoiarem o assassinato sumário dos que o fizerem! Sejam os médicos, as mães, e quaisquer um que concorram para realizar um aborto!
Se uma criança pode ser assassinada no útero de sua mãe, apenas por "incomodá-la", por não ser "bem vindo", etc, isto quer dizer também que podemos matar todo e qualquer ser humano que nos incomode e não nos seja bem-vindo! E os abortistas provocam esta sensação em mim! de incômodo!
E aí, senhores e senhoras abortistas? Entramos em acordo?
Só uma coisinha, e é pessoal mesmo.
Algumas pessoas defendem o aborto... costumam dizer que é um "direito da mulher"... que apenas a mulher pode decidir se quer abortar ou não... e por aí vai, cada argumento mais imbecil que o outro.
Quanto a isso, só digo o seguinte:
Apóio o aborto! SE, apoiarem o assassinato sumário dos que o fizerem! Sejam os médicos, as mães, e quaisquer um que concorram para realizar um aborto!
Se uma criança pode ser assassinada no útero de sua mãe, apenas por "incomodá-la", por não ser "bem vindo", etc, isto quer dizer também que podemos matar todo e qualquer ser humano que nos incomode e não nos seja bem-vindo! E os abortistas provocam esta sensação em mim! de incômodo!
E aí, senhores e senhoras abortistas? Entramos em acordo?

0 Comments:
Enviar um comentário
<< Home