A Circuncisão reduz possibilidade de pegar SIDA (AIDS).
A circuncisão reduz em cerca de metade o risco para os homens de serem infectados pelo HIV, embora não ofereça uma protecção completa, segundo os resultados publicados quarta-feira de dois estudos conduzidos no Quénia e no Uganda.
Um estudo conduzido em Kusumu (Quénia) em 2.784 homens seronegativos mostra que o risco de contrair o vírus se reduziu em 53 por cento nos homens circuncidados.
Estes estudos foram financiados pelo Instituto Nacional das Alergias e Doenças Infecciosas (NIAID), que faz parte do Instituto Nacional de Saúde (NIH) e pelos Institutos de Investigação em Saúde do Canadá (IRSC).
«Estes resultados são de um grande interesse para as políticas de saúde pública e para as que põem em marcha programas generosos de prevenção contra a sida», congratula-se o director do NIH, Elias Zerhouni, num comunicado.
Os estudos foram conduzidos a partir de Setembro de 2005 e deviam durar até meados de 2007 mas as conclusões foram de tal modo flagrantes que foram interrompidos. Os homens que participaram nos inquéritos tinham entre 18 e 24 anos no Quénia e entre 15 e 49 anos no Uganda.
Estes estudos confirmam as conclusões de uma investigação francesa conduzida em 2005 na África do Sul, em Orange Farm, pela Agência francesa de investigação sobre a sida (ANRS) em 3.000 homens. Esta mostrou que a circuncisão reduzia em 60 por cento a transmissão do HIV da mulher para o homem.
Esta melhor protecção resultaria de uma redução considerável, graças à circuncisão, da superfície de pele que comporta numerosas células imunitárias muito sensíveis ao HIV.
A circuncisão pode evitar seis milhões de novas infecções e três milhões de mortes ligadas ao HIV nos próximos 20 anos, indicaram em Agosto os responsáveis das agências da ONU e do Banco Mundial por ocasião da Conferência sobre a sida em Toronto (Canadá).
Um estudo conduzido em Kusumu (Quénia) em 2.784 homens seronegativos mostra que o risco de contrair o vírus se reduziu em 53 por cento nos homens circuncidados.
Estes estudos foram financiados pelo Instituto Nacional das Alergias e Doenças Infecciosas (NIAID), que faz parte do Instituto Nacional de Saúde (NIH) e pelos Institutos de Investigação em Saúde do Canadá (IRSC).
«Estes resultados são de um grande interesse para as políticas de saúde pública e para as que põem em marcha programas generosos de prevenção contra a sida», congratula-se o director do NIH, Elias Zerhouni, num comunicado.
Os estudos foram conduzidos a partir de Setembro de 2005 e deviam durar até meados de 2007 mas as conclusões foram de tal modo flagrantes que foram interrompidos. Os homens que participaram nos inquéritos tinham entre 18 e 24 anos no Quénia e entre 15 e 49 anos no Uganda.
Estes estudos confirmam as conclusões de uma investigação francesa conduzida em 2005 na África do Sul, em Orange Farm, pela Agência francesa de investigação sobre a sida (ANRS) em 3.000 homens. Esta mostrou que a circuncisão reduzia em 60 por cento a transmissão do HIV da mulher para o homem.
Esta melhor protecção resultaria de uma redução considerável, graças à circuncisão, da superfície de pele que comporta numerosas células imunitárias muito sensíveis ao HIV.
A circuncisão pode evitar seis milhões de novas infecções e três milhões de mortes ligadas ao HIV nos próximos 20 anos, indicaram em Agosto os responsáveis das agências da ONU e do Banco Mundial por ocasião da Conferência sobre a sida em Toronto (Canadá).

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