Crescimento pífio já era previsto, só o governo não admitia ainda
Desde a época das eleições, economistas e outros candidatos
Desde a época das eleições, economistas e outros candidatos já alertavam para o crescimento diferenciado do que se previa, à época, pelo governo, que era de 4,5%.
Finalmente o governo se rendeu à realidade. Palavras de campanha não fazem um país crescer! Atitudes sensatas sim. O presidente Lula diz que tem que cortar as “amarras que não permitem o país crescer.” Quais são essas amaras? E porque não cortaram antes?
Segundo a OCDE, o Brasil tem que gerar empregos e diminuir a informalidade (o que não aconteceu no primeiro governo Lula), aumentar produtividade e melhorar a qualidade do ajuste fiscal; cortar gastos, principalmente na previdência, onde atualmente o governo aumentou a previsão de déficit, diminuir gastos com custeio e aumentá-lo com investimentos.
O governo quer utilizar parte do FGTS (15 bilhões de reais) e subsidiar casas populares para famílias mais pobres, doando dinheiro para isso. Porém, esse dinheiro não é do governo! Tem dono, que são os que descontam 8% de seu salário todo mês para colocar lá. O governo não pode fazer isso, pois quando precisar-se deste dinheiro pode não ter na conta. Vai criar outro problema social.
Entre 2000 e 2004 as micro e pequenas empresas cresceram 22%. O Sul e o sudeste concentram 75 % delas. A aprovação no Congresso da Lei da micro e pequena empresa é bom, mas não resolve tudo. Tem que se reduzir mais ainda as cargas tributárias, para que se possa dar possibilidades que mais micro e pequenas empresas sejam formadas, aumentando assim o emprego formal.
Faz-se necessário que o governo diminua também os impostos sobre produtos; os produtos brasileiros têm impostos estratosféricos, como 30,14% no arroz, 19% no sal, 14% no óleo de cozinha, dentre outros. Com esses impostos tão altos, inibe a produção e o consumo no país.
Até quando o governo continuará à cega, tateando para encontrar o caminho que seguirá na economia? É essa a pergunta que nem a equipe econômica sabe responder!
Gustavo Henrique Sales Vilar.
Desde a época das eleições, economistas e outros candidatos já alertavam para o crescimento diferenciado do que se previa, à época, pelo governo, que era de 4,5%.
Finalmente o governo se rendeu à realidade. Palavras de campanha não fazem um país crescer! Atitudes sensatas sim. O presidente Lula diz que tem que cortar as “amarras que não permitem o país crescer.” Quais são essas amaras? E porque não cortaram antes?
Segundo a OCDE, o Brasil tem que gerar empregos e diminuir a informalidade (o que não aconteceu no primeiro governo Lula), aumentar produtividade e melhorar a qualidade do ajuste fiscal; cortar gastos, principalmente na previdência, onde atualmente o governo aumentou a previsão de déficit, diminuir gastos com custeio e aumentá-lo com investimentos.
O governo quer utilizar parte do FGTS (15 bilhões de reais) e subsidiar casas populares para famílias mais pobres, doando dinheiro para isso. Porém, esse dinheiro não é do governo! Tem dono, que são os que descontam 8% de seu salário todo mês para colocar lá. O governo não pode fazer isso, pois quando precisar-se deste dinheiro pode não ter na conta. Vai criar outro problema social.
Entre 2000 e 2004 as micro e pequenas empresas cresceram 22%. O Sul e o sudeste concentram 75 % delas. A aprovação no Congresso da Lei da micro e pequena empresa é bom, mas não resolve tudo. Tem que se reduzir mais ainda as cargas tributárias, para que se possa dar possibilidades que mais micro e pequenas empresas sejam formadas, aumentando assim o emprego formal.
Faz-se necessário que o governo diminua também os impostos sobre produtos; os produtos brasileiros têm impostos estratosféricos, como 30,14% no arroz, 19% no sal, 14% no óleo de cozinha, dentre outros. Com esses impostos tão altos, inibe a produção e o consumo no país.
Até quando o governo continuará à cega, tateando para encontrar o caminho que seguirá na economia? É essa a pergunta que nem a equipe econômica sabe responder!
Gustavo Henrique Sales Vilar.

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