Blog do Guga Sales Vilar

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domingo, maio 20, 2007

Rumo ao chavismo

Diogo Mainardi

"O artigo 5º da Portaria 264 estabelece as basespara a censura dos programas jornalísticos. Trata-se do maior atentado de Lulaà liberdade de informação. Se no futuro ele quiser censuraro Jornal Nacional ou o Fantástico, a Portaria 264lhe dará o instrumento legal"

Acusei Lula de reintroduzir a censura prévia no Brasil. Eu sei que ninguém mais se incomoda com ele. Eu sei que o antilulismo ficou datado. Mas Lula tem um plano de longo prazo. O risco é termos de aturar o lulismo para sempre.

A censura prévia está sendo reintroduzida por meio da Portaria 264. O artigo 4° determina que os programas de TV, antes de ir ao ar, devem ser vistoriados e autorizados pelo Ministério da Justiça. Mas há algo ainda pior do que isso. Algo que espantosamente parece ter passado despercebido. O artigo 5° da mesma portaria estabelece as bases para a censura dos programas jornalísticos. Trata-se do maior atentado de Lula à liberdade de informação. Se no futuro ele quiser censurar o Jornal Nacional ou o Fantástico, a Portaria 264 lhe dará o instrumento legal.

É melhor ir aos poucos, de frase em frase, para que o AI-5 lulista fique bem caracterizado. O artigo 5° estipula que os programas jornalísticos estão isentos da classificação indicativa. As emissoras de TV não terão de pedir autorização prévia do governo para transmitir seus noticiários, contrariamente ao que acontecerá com os programas de entretenimento. Até aí tudo certo. O autoritarismo do governo só se manifesta mais adiante, no parágrafo 2°, que diz: "A não atribuição de classificação indicativa aos programas de que trata este artigo" -- e, repito, o artigo 5° inclui os programas jornalísticos -- "não isenta o responsável pelos abusos cometidos, cabendo ao Departamento de Justiça e Classificação encaminhar seu parecer aos órgãos competentes".

O significado desse parágrafo é claro: os telejornais estão livres da classificação indicativa, mas terão de se submeter às mesmas regras censórias dos demais programas. Como nos tempos da ditadura militar, o noticiário será fiscalizado e eventualmente punido pelo governo. Quando se trata de Lula, eu sempre penso o pior. Se os telejornais sofrerem as mesmas restrições dos outros programas, como manda o artigo 5° da Portaria 264, a criminalidade, que todas as pesquisas apontam como o maior problema do país, será devidamente acobertada. Em caso de tiroteio numa favela, o Jornal Nacional só poderá mostrar aquilo que uma criança de 6 anos está apta a ver. Lula quer que a TV apresente uma realidade edulcorada, em que a violência não apareça em toda a sua brutalidade. O ideal lulista é um noticiário infantilizado, para menores de idade. Não podendo impedir o derramamento de sangue causado pelos criminosos, Lula impedirá que a TV mostre todo esse sangue.

O diretor do Departamento de Justiça e Classificação, José Eduardo Romão, é o grande defensor da Portaria 264. Na semana passada, irritado com as emissoras de TV, ele ameaçou "mudar o nível" do ataque do governo. Declarou numa entrevista que, a partir de agora, "passará a discutir a questão das concessões de rádio e televisão". As emissoras, segundo ele, falam "como se fossem indivíduos privados titulares de direitos à liberdade de expressão, mas não o são. São titulares de concessões dadas pelo estado brasileiro". Isso mesmo: o Ministério da Justiça lulista está dizendo que a liberdade de expressão não se aplica às TVs. É um passo seguro rumo ao chavismo.

sexta-feira, abril 20, 2007

A inconstitucionalidade cometida pelo governo

O partido (DEMOCRATAS) quer impedir o seqüestro do FGTS dos trabalhadores
O líder dos Democratas Onyx Lorenzoni lembrou a Constituição ao anunciar a Ação Direta de Inconstitucionalidade encaminhada pelo seu partido, nesta terça-feira, ao Supremo Tribunal Federal. A Adin movida pelos democratas conceitua como crime o fato de ter sido criado um fundo, que será gerido pela Caixa Econômica Federal, para administrar os R$ 5 bilhões do FGTS utilizados para investimentos em infra-estrutura. Segundo ele, o disposto no art.62 da Constituição é claro: o governo não pode nem transferir, nem seqüestrar aquilo que não é seu.
Para Onyx, foi exatamente essa a inconstitucionalidade cometida pelo governo quando "jogou o dinheiro do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço no mercado financeiro". "Recorremos ao STF porque temos clareza de que estamos assistindo, na verdade, ao seqüestro da poupança popular", advertiu.
O líder expressou seu temor de que haja um desvio inconseqüente do dinheiro do trabalhador, o que significará uma "dilapidação dos recursos do Fundo de Garantia". O mais grave, para ele, é o fato de o governo oferecer o capital do trabalhador aos riscos do mercado financeiro, quando não há necessidade de alocar recursos financeiros para construir estradas, hidrelétricas, ferrovias e portos. "Sobra dinheiro para isso no Brasil".

45% dos senadores, favoráveis à instalação da CPI

Não é a primeira vez que a Câmara e o Senado instalam CPI sob o mesmo tema
Capitaneados pelo líder Onyx Lorenzoni, os Democratas reforçaram, nesta quarta-feira, a bancada da Oposição no Senado. O partido acompanhou a entrega ao presidente Renan Calheiros do requerimento com 36 assinaturas, ou seja, com o apoio de 45% dos senadores, favoráveis à instalação da CPI do Apagão Aéreo naquela Casa.
O líder lembra que não é a primeira vez que a Câmara e o Senado instalam Comissão Parlamentar de Inquérito sob o mesmo tema. "Em 2001, o Congresso conviveu com duas investigações paralelas, as CPIs da CBF-Nike, na Câmara, e no Senado, a do Futebol, com resultados distintos", registrou Onyx. Ele destaca que entre as comissões formadas para investigar as acusações de "relações impróprias" entre empresas e o futebol a da Câmara apresentou melhores resultados.
Desta vez, as perspectivas são inversas. Enquanto na Câmara o governo contará com 16 aliados, entre os 24 membros da CPI, no Senado serão sete senadores da Oposição para fazer frente a seis parlamentares da base governista.


Liderança dos Democratas

A CPI será composta por 13 senadores e funcionará por um prazo de 180 dias

A CPI do Apagão Aéreo está mais perto de acontecer. O requerimento da instalação da comissão no Senado foi entregue na tarde desta quarta-feira (18) ao presidente ao presidente da Casa, senador Renan Calheiros (PMDB-AL). Acompanhado por deputados e senadores da oposição, o autor do documento e líder do Democratas, José Agripino (RN), esclareceu que, ao contrário do que afirmam os governistas, a CPI não tem cunho político, mas quer identificar os responsáveis pela crise nos aeroportos brasileiros.

“Essa comissão parlamentar não tem qualquer intenção política, mas unicamente mostrar o que fato determinado: o apagão aéreo”, frisou o parlamentar. O requerimento conta com a assinatura de 34 senadores, mas a expectativa é de que, antes de ser analisada pela Secretaria Diretora do Senado, mais dois senadores apóiem a comissão, os pedetistas Jefferson Peres (AM) e Osmar Dias (PR). Agripino acredita na isenção do presidente da Casa para analisar o documento entregue.

Segundo o parlamentar potiguar, a CPI do Apagão Aéreo no Senado é de todos os partidos, e não somente do Democratas. “Essa comissão é dos democratas, tucanos, do PDT, do PSol... É a CPI do bom senso”, acrescentou. Renan Calheiros deve se reunir com os líderes partidários na próxima terça-feira (24) para discutir pontos da CPI, no Senado. “Acredito na isenção de Renan para analisar o fato. Além disso, ele é, acima de tudo, escravo do regimento e o que estamos fazendo é garantir o direito das minorias”.

Se instalada, a CPI do Apagão Aéreo será composta por 13 senadores e funcionará por um prazo de 180 dias. Depois de lido pela Mesa, o documento segue para a Secretaria Geral que analisará se os termos regimentais e constitucionais estão adequados. “Se a base governista não tivesse impedido a CPI na Câmara, nada disso estaria acontecendo. Nosso interesse, no Senado, é identificar as razões do caos nos aeroportos brasileiros e apontar as soluções já que quem sofre com tudo isso é, principalmente, o cidadão comum”, frisou Agripino.

www.agripino.com.br
jose.agripino@senador.gov.br

Especulações de que Lula estaria trabalhando pelo fim da reeleição

BRASÍLIA - "Estão dizendo que eu quero voltar em 2014. Eu não sei se estou vivo até lá", disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira, em resposta às especulações de que estaria trabalhando pelo fim da reeleição. O assunto veio à tona depois de uma reunião de Lula com os seus líderes no Congresso Nacional. Eles confirmaram a conversa e, inclusive, declaram que o presidente não queria aparecer como o autor da proposta, que teria o apoio de parte do PSDB, à frente o governador de São Paulo, José Serra.
Lula reafirma o discurso favorável ao fim da reeleição, mas com a ampliação do mandato do presidente para cinco anos. No entanto, o presidente fez questão de dizer aos aliados que o governo não vai liderar esse debate e que a questão tem que ser encaminhada pelos partidos e pelo Congresso, dentro da reforma política.
O deputado José Carlos Aleluia (BA), vice-líder dos Democratas, criticou o debate sobre o fim da reeleição e disse que o seu partido é contra o fim da reeleição. Para ele, se depender da oposição, essa questão não será incluída na reforma poítica. De resto, o Democrata não vê da parte do governo interesse em fazer a reforma política. “Além do mais, não se pode tratar de uma questão de tamanha importância, sob os auspícios de um presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, que não é confiável”, afirmou.
Para Aleluia, não se pode desprezar os antecedentes de Lula. A afinidade do presidente brasileiro com Hugo Chávez, nota, "remete para um cenário nada democrático".
“Ninguém neste País desconhece o DNA autoritário do presidente da República. Lula tentou controlar a Imprensa, através de um Conselho Federal de Jornalismo, tem um projeto de criação uma rede de TV à moda Chávez. Enfim, não faltam ingredientes para constatar-se as verdadeiras intenções de Lula e do PT. Não é difícil imaginar as intenções de Lula por trás desse debate sobre o fim da reeleição”, adverte Aleluia.

segunda-feira, abril 09, 2007

Voando às escuras

Reportagem da Revista Veja sobre a maior crise militar no Brasil desde 1964, provocada, como sempre, pela incapacidade do presidente Lulla!

Lula atropela a Aeronáutica, cria uma crise comos militares e é enquadrado pela caserna – maso país segue sem uma solução para o apagão aéreo
Otávio Cabral e Diego Escosteguy

Christian Hoehn/Getty Images, Andre Dusek/AE
MEDINDO FORÇA O presidente com o brigadeiro Saito (à dir.) e os demais membros da cúpula das Forças Armadas: eles peitaram Lula e ganharam a parada
O que levou o presidente Lula a ceder tão gentilmente aos controladores de vôo amotinados nos aeroportos do país no dia 30 de março, concordando em dar-lhes compensações salariais e revogando-lhes uma ordem de prisão dada pela cúpula da Aeronáutica? O que levou o presidente Lula, dias depois, a chamar os controladores de irresponsáveis e traidores, cancelando correções salariais e autorizando prisões em caso de nova rebelião? Em sua explicação pública para tamanha guinada, Lula saiu-se com justificativas contraditórias. Primeiro, disse que, ao saber do motim dos sargentos, estava a bordo do Aerolula rumo aos Estados Unidos e não recebera um "quadro completo" da situação. Depois, encarregou seus assessores de espalhar que o recuo se explicava porque, no auge da crise, não tinha alternativa além de ceder aos controladores, sob pena de manter os aeroportos do país paralisados. Por fim, em reunião com aliados no Palácio do Planalto, disse que se sentia "traído" pela categoria. "Fui apunhalado pelas costas. Esperaram eu sair do país." O que Lula não disse é que o principal motivo de ter mudado tão radicalmente de posição foi outro: os militares peitaram o presidente – e ganharam a parada.
Assim que teve sua ordem de prender os controladores de vôo cancelada por Lula, o comandante da Aeronáutica, o brigadeiro Juniti Saito, reuniu-se com um grupo de oficiais, assessores jurídicos e dois representantes do Superior Tribunal Militar (STM). A reunião aconteceu no 9º andar do prédio da Aeronáutica, na Esplanada dos Ministérios. Na discussão, ponderou-se que a decisão de Lula poderia resultar numa acusação por crime de responsabilidade. Afinal, no artigo 7º da lei que define crime de responsabilidade prevê-se punição para a autoridade que venha a "incitar militares à desobediência à lei ou infração à disciplina". Com essa poderosa ameaça na manga, o brigadeiro convocou outra reunião, para a manhã seguinte, com os nove brigadeiros que compõem o alto-comando. Nesse encontro, discutiram como ampliar o arsenal para enfrentar Lula. A primeira decisão foi que o Ministério Público Militar, afinado com a cúpula da Aeronáutica, processaria os rebelados, a despeito das promessas do presidente de que não haveria punição. "A punição dos grevistas sempre foi questão de honra. Não voltaremos atrás nem com ordem do papa", disse a VEJA um integrante do alto-comando.

AE
A CENTRAL DA CRISEControle de vôo em Brasília, no momento do motim dos sargentos
Na mesma reunião, os brigadeiros decidiram ainda resistir a outra reivindicação dos sargentos amotinados que Lula mandara atender: a desmilitarização do controle de tráfego aéreo. Atualmente, os controladores de vôo e os responsáveis pela defesa aérea compartilham uma parte dos equipamentos. Os militares decidiram, ali, que os equipamentos passariam a ser usados somente pela defesa aérea. Também decidiram suspender o treinamento de novos controladores, uma tarefa hoje exclusiva da Aeronáutica, e listaram os benefícios que mandariam cortar dos rebelados: moradia funcional, transporte de casa para o trabalho, assistência médica e alimentação – tudo, hoje, cedido pela Aeronáutica. Por fim, Saito disse que, se Lula mantivesse a decisão de ceder tudo aos amotinados, ele entregaria o cargo. Os demais presentes – com uma só divergência, a do brigadeiro José Américo dos Santos – também disseram que entregariam o cargo ao presidente. "Olha só a situação em que eu cheguei", comentou o brigadeiro Saito. "Posso ser o comandante da Aeronáutica com a permanência mais curta da história."
O pacote todo – a suspeita de crime de responsabilidade e a retaliação à desmilitarização – foi apresentado a três interlocutores do presidente Lula: o deputado Arlindo Chinaglia, presidente da Câmara, e os ministros Waldir Pires, da Defesa, e Walfrido Mares Guia, das Relações Institucionais. Lula foi devidamente informado de tudo no próprio sábado, quando ainda estava em Washington. Ao desembarcar de volta ao Brasil, no domingo de manhã, o presidente já sabia que transformara o apagão aéreo numa crise militar – e partiu para o recuo. Logo que chegou, Lula telefonou para o brigadeiro Saito e fez um discurso conciliatório. Começou atribuindo a culpa ao seu negociador, o ministro Paulo Bernardo, do Planejamento, que fora escalado para falar com os controladores amotinados em Brasília e ofereceu a rendição completa do governo – inclusive assinando uma nota em que prometia, em nome do presidente, que não haveria punição, mas depois negou solenemente o compromisso. Na conversa telefônica com o brigadeiro, Lula disse que seu ministro se excedera nas concessões.

AJB/RIO
IMAGEM DO PASSADOSoldados do Exército ocupam base da Aeronáutica na rebelião dos sargentos em 1963
Diante da firmeza com que os militares agiram, o presidente Lula voltou atrás em tudo: autorizou prisões em nova rebelião, cancelou os aumentos salariais e não editou a medida provisória prevendo a desmilitarização do setor aéreo. Parece uma solução, mas não é. "Lula não resolveu o apagão aéreo e ainda criou uma crise militar. Transformou um problema em dois. Operou o milagre da multiplicação das crises", avalia o cientista político e historiador Octaciano Nogueira, da Universidade de Brasília. A crise com os militares não tem parentesco em termos de gravidade com a revolta promovida pelos sargentos da Aeronáutica em 1963, que defendiam a elegibilidade dos militares. "Mas talvez seja a crise mais séria desde que o país voltou a ter eleições presidenciais diretas, em 1989", diz Octaciano Nogueira. Em contraste com a atual lambança, os governos passados conseguiram tratar com harmonia assuntos caros aos militares. O presidente Fernando Collor, por exemplo, logrou acabar com o famigerado SNI sem provocar a ira dos militares. O presidente Fernando Henrique, igualmente sem sobressaltos, criou o Ministério da Defesa.
Em boa medida, a crise da semana passada é resultado da inabilidade do presidente Lula em tomar decisões. A própria crise aérea já dura seis meses, e, ao longo desse período, sempre que as circunstâncias exigiram uma pronta decisão, o presidente titubeou – e cada vacilo correspondeu a um prolongamento do caos (veja o quadro na pág. 62). Seu hábito de adiar ao máximo o momento de tomar uma decisão parece ter surgido nos tempos de sindicalista no ABC paulista. Ali, Lula forjou seu modo de fazer política, nas reuniões do sindicato dos metalúrgicos com as montadoras de automóveis, em que conciliação e paciência são virtudes essenciais na mesa de negociação. No exercício da Presidência da República, tais características transformam-se em defeitos. O comandante de uma nação deve lançar mão de sua autoridade sempre que necessário, mas isso parece soar aos ouvidos de Lula como um chamamento à truculência. "A ingenuidade e a irresponsabilidade política demonstradas por Lula na crise aérea são características dessa república sindicalista que está no poder", diz a filósofa Maria Sylvia de Carvalho Franco, da Universidade Estadual de Campinas. "Em determinadas situações, como a dos amotinados, simplesmente não se pode negociar. É preciso assumir responsabilidade e tomar as devidas providências."
Ao somar sua proverbial inapetência por decidir às nomeações equivocadas, Lula contribui pesadamente para o caos atual. Nem se fale do ministro Waldir Pires, da Defesa, que já deu provas cabais de sua inadequação ao cargo – e a quem Lula resiste em demitir. A passagem do deputado Carlos Wilson pela presidência da Infraero quase destruiu a estatal, transformada num monumento à corrupção. A rapinagem impossibilitou, por exemplo, reformas essenciais na pista do Aeroporto de Congonhas, o mais movimentado do país. Na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), dos cinco diretores, quatro não têm nenhuma experiência no setor – tanto que são jocosamente chamados pelos próprios assessores de "pilotos sem brevê". O dado mais desalentador é que, com tudo isso, o apagão aéreo entra no feriado da Páscoa do mesmo tamanho, se não maior, que antes. Os controladores estão revoltados com o governo, que não cumpriu suas promessas – e, embora estejam amedrontados pela ameaça de punições, mostraram força para parar o país a qualquer momento. Os militares, por sua vez, estão convencidos de que o presidente é capaz de lhes ceifar a autoridade com uma ligeireza inaudita. E o país permanece sem que o governo tenha até agora apresentado um plano consistente para superar o caos aéreo. É um vôo cego.

Fotos Victor Soares/Agência Brasil, Wilton Junior/Ae, Vivi Zanatta/AE e Alan Marques/Folha Imagem

Carta Aberta aos que AINDA acreditam no Lulla

Prezados senhores,Gostaria MUITO de saber o que Vossas Senhorias chamam de "boas coisas" feitas por este ditador disfarçado, que tem por alcunha o nome de um moslusco - LuLLa - ao Brasil e aos mais pobres deste país!Simplesmente ainda não encontrei nenhuma!Os milionários banqueiros, proprietários de bancos e fundos de aposentadoria privados, estão adorando este governo, pois JAMAIS na história tiveram TANTO LUCRO! (lucro lícito e ilícito.).E em compensação, os POBRES estão cada dia MAIS POBRES!Ocasionalmente sua excressência o presidente MULLA dá uma esmola aos pobres, sob o nome de "bolsa-família", mas quando passa as eleições, ele tira isto, como está tirando, NESTE MOMENTO de 147 MIL FAMÍLIAS a quem ele dizia ajudar com míseros 45 reais por mês. (cêrca de 16,24 euros mensais).É INCRÍVEL que um ditador como ele, que instituiu uma lei que impõe um CONTROLE EXTERNO do judiciário, o que na realidade faz com que o governo manipule o judiciário como quiser, e que quer instituir o mesmo para a imprensa; um governo que simplesmente está EM PESO denunciado pelo procurador-geral da república por FORMAÇÃO DE QUADRILHA e tentativa de PERPETUAÇÃO NO PODER de seu partido, não é um governo que se preocupe com pobres! É um governo sim que está preocupado com os 25 MILHÕES DE REAIS que de uma hora para outra apareceram na conta bancária do filho do presidente, presenteado pela TELEMAR e pela PORTUGAL TELECOM, pela compra de umas açõezinhas vagabundas de uma empresinha de fundo de quintal que o Lullinha (filho do Lulla) criou para receber dinheiro fruto da corrupção do governo do pai.

Um governo que simplesmente desvia de FUNDOS DE PENSÃO 2 BILHÕES de reais para pagar suas contas; que desvia 11 MILHÕES de reais para fazer cartilhas ideológicas para o partido do presidente; que desvia 17 MILHÕES e 500 MIL reais para falsificar um dossiê que atacasse os adversários nas últimas eleições... que desvia 150 MILHÕES de reais para pagar deputados no parlamento para irem pros partidos de apoio ao governo e para garantir que os mesmos partidos apóiem o governo em tudo...ISTO é um governo bom para quem???E olhe que não expus nem a METADE dos crimes deste homem!Sabe o REAL MOTIVO pelo qual os aeroportos brasileiros estão como estão?? É que só em 2005, foram desviados MAIS de 450 MILHÕES de reais da INFRAERO - empresa que gerencia os aeroportos - e as obras do aeroporto de Congonhas foi superfaturada em 252%! Isso mesmo! DUZENTOS E CINCOÊNTA E DOIS POR CENTO! Meus caros senhores, não caiam na esparrela de acharem o Lulla um grande herói da humanidade! Ele não passa de um ditadorzinho ladrão e canalha, que não mede esforços para ganhar dinheiro fácil e impor sua política populista, demagoga, autoritáriamente socialista, à Nação Brasileira!




Gustavo Henrique Sales Vilar

domingo, abril 01, 2007

Crise militar não acabou porque governo Lula quebrou hierarquia das Forças Armadas.

O deputado federal Rodrigo Maia, presidente do Democratas, disse hoje que “Brasil enfrenta um motim na área militar. “Não adianta tapar o sol com a peneira, houve um motim na área militar e a crise não acabou”, disse. Ele advertiu para a gravidade dos acontecimentos, lembrando que Lula interveio nas questões internas das Forças Armadas e quebrou a hierarquia na Aeronáutica ao passar por cima dos comandantes e negociar diretamente com os controladores de vôo.
Segundo ele, “além de mostrar que o apagâo aéreo é resultado da incompetência do governo Lula, a crise vem se agravando de forma acelerada nas últimas horas com as dificuldades na área militar”. O presidente do Democratas lembrou que o governo age de forma desonesta. Tanto que Lula tentou, de todas as formas, atribuir o problema às companhias aéreas. A crise de sexta-feira, no entanto, comprovou que “ responsabilidade pelo apagão é única e exclusivamente do governo incompetente de Lula”, repetiu Rodrigo.
O caos que atingiu o país na noite de sexta-feira, e que persiste nestes sábado e domingo, já causou prejuízos à aproximadamente 250.000 passageiros. Diante da crise Lula mandou atender todas as reivindicações dos controladores de vôo. Assim, criou mais problemas porque a hierarquia militar foi quebrada e todos os comandantes militares foram desautorizados. Lula não parece preocupado. Afinal, ele ficou sabendo do caos aéreo no país enquanto voava para Washington no Aerolula, único avião brasileiro que decola e pousa no horário.

sexta-feira, março 30, 2007

A onda populista

Quarta-feira, 28 de março de 2007
Correio Braziliense

A onda populista
Jorge Bornhausen


Deus queira não esteja se repetindo no Brasil o que Winston Churchill denunciou no histórico discurso de 5 de março de 1946 em Foulton, Missouri, nos Estados Unidos. O velho estadista inglês, a quem a democracia tanto deve no enfrentamento direto ao nazifascismo na Segunda Guerra Mundial, anunciou ao mundo o pesadelo que levaria quatro décadas para terminar: a Cortina de Ferro. Precisamente, de 1946 até novembro de 1989, com a queda do Muro de Berlim, foram 43 anos de incerteza e medo, período de tempo que não se dilui facilmente na História, apesar da velocidade que vivemos desde o século passado. A Cortina de Ferro, que na época ninguém ainda havia tido coragem de admitir, transformou nações livres e identidades culturais riquíssimas em satélites sem voz e sem voto, dominadas pela violência, a delação e o medo. Não apenas dividiu o mundo, mas escravizou povos livres sob o tacão stalinista. Principalmente, prenunciou o início da Guerra Fria mantendo o mundo sob ameaça de uma guerra nuclear que por muito pouco não ocorreu. Em março de 1946, Churchill disse: “Eis que uma cortina de ferro foi arriada sobre o continente europeu...” Naqueles dias, com o mundo cansado de batalhas cruentas em terra, mar e ar, e com as cicatrizes recentes da Segunda Guerra, o conflito que havia sido encerrado com a explosão das primeiras bombas atômicas, Churchill disse o que ninguém queria ouvir. Na contramão do otimismo, admitiu que estava iniciada nova guerra. Em vez de mentiras convenientes, preferiu “a verdade inconveniente.” Felizmente, como todas as verdades, as verdades inconvenientes, por mais dolorosas, precisam apenas de tempo para serem comprovadas. Vivemos hoje situação assemelhada à que experimentava a humanidade em 1946.
A Nova República, que ajudamos a conquistar e implantar nestes 20 anos, seja no governo, seja na oposição, criou excepcionais condições de desenvolvimento político ao país, com imperfeições que podem ser perfeitamente superadas se não formos atropelados por ondas de corrupção e cinismo, pela negação da ética e da moral, pela incompetência e loteamento da administração entre grupos tratados como se fossem quadrilhas, jamais expressões político-partidárias ou ideológicas. Esse avanço civilizatório está ameaçado pela onda populista. Infelizmente, não como profeta, avisando o que se pode evitar que aconteça, mas, como testemunha atenta da realidade – venho chamar a atenção para o fato de que o populismo já estende sobre o país sua sombra aliciadora, falsamente cordial. Acena com a convivência fraternal, facilitando negócios e fechando os olhos aos golpes para chantagear os inescrupulosos que se julgam espertos. O populismo não tem bandeira, e a experiência brasileira do Estado Novo mostra que não foram apenas democratas, liberais, socialistas e conservadores que amargaram perseguições. Radicais extremistas, tanto comunistas como fascistas, depois de usados como pretextos pelo governo, foram perseguidos, torturados e assassinados justamente quando imaginavam ser mais fácil assaltar revolucionariamente o poder. Devemos reconhecer que o populismo que se abate sobre o Brasil já controla o governo. Prevaleceu nas últimas eleições e avança, sorrateiramente, aos poucos, por todas as classes econômicas e sociais, corrompendo, aliciando, degradando, ampliando lucros, ameaçando a classe média, ludibriando os mais pobres, esgarçando o tecido político-social para dominá-lo mais facilmente. O populismo é a pior das doenças que pode acometer uma democracia.

Lula da Silva não se dá por satisfeito e quer aumentar a "extorsão"

BRASÍLIA - O Democrata José Carlos Aleluia denunciou nesta quinta-feira que o governo Luiz Inácio Lula da Silva quer impor um tipo de penhora online "sem passar pela Justiça. Penhora online pode ocorrer quando há uma decisão transitada em julgado, nunca em primeira instância. Isso é uma ofensa, uma violência contra o cidadão".
O Brasil é um dos campeões em carga tributária, lembrou Aleluia, mas, segundo ele, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não se dá por satisfeito e quer aumentar a "extorsão".
"Agora, Lula pretende usar métodos arbitrários para ampliar a arrecadação, a partir de uma medida voltada à agilidade das cobranças de tributos, sem que isso ocorra por meio da via própria, que é o Judiciário. Na prática, o Executivo quer realizar penhora sem autorização judicial", criticou.
O parlamentar disse que Lula repete o regime militar, que instituiu a execução extrajudicial. Naquele processo, o devedor sofria a imposição do Estado, ao ser despojado de seus bens, sem poder recorrer ao Judiciário para defender os seu direitos.
"O que o governo Lula quer fazer é um absurdo. A medida é ilegal e arbitrária. Coisa de ditador. É o caminho traçado por Hugo Chávez na Venezuela", criticou o democrata.
Aleluia informou que um texto do Executivo com essa proposta foi levada ao conhecimento dos ministros do Supremo Tribunal Federal.
"O governo tem uma série de documentos sobre o assunto, mas acredito que os ministros do Supremo não farão essa análise prévia. Não é função do STF ser consultor do presidente da República", alertou.
Aleluia declarou que vai combater em plenário a proposta do governo Lula.


http://www.democratas.org.br/node/85

segunda-feira, março 12, 2007

A Retórica da Impostura

10 de março de 2007


"Ao lançar o PAC, o governo Lula deu uma demonstração na economia da mesma postura adotada na política: a da retórica da impostura por não se propor a governar na perspectiva transparente de criar melhores condições de vida para o povo, mas, tão somente, de construir, de forma oculta, um projeto de poder totalitário".


Nas hostes do governo, a retórica não tem servido como elemento de persuasão da linguagem para o convencimento de suas reais idéias e intenções. Como não há o objetivo de convencer pela racionalidade, ou razão absoluta, uma vez que o desejo mesmo é de confundir, elas permanecem ocultas não apenas pelo “fator surpresa” que lhes interessa, mas porque a sua manifestação seria um espantalho a deixar em polvorosa toda a sociedade, de tão nefastas que são. Por isto mesmo é que a dialética não se faz presente nas diversas ações desse governo, deixando de ser o elemento a lastrear a retórica na sua forma mais sublime, a lhe dar embasamento e argumentos de convencimento, pois, para essa gente, a retórica serve, apenas, de instrumento do embuste, da verborragia, da mentira fácil e do jogo de palavras e de tudo mais que a expressão representa em seu sentido pejorativo, como a arte de enganar pelo uso de palavras empoladas, trejeitos e ilusionismo. Governar sem fazer uso da dialética que, no dizer de Friedrich Hegel é a essência da razão, é enganar e trazer a sociedade permanentemente iludida, distante da racionalidade. Na política, essa postura sempre foi a essência do Partido dos Trabalhadores, embora só percebida durante os primeiros movimentos do governo Lula quando ela se tornou evidente diante contradições desnudadas pela própria dialética que tornou transparente a oposição entre as idéias pregadas e a prática política efetiva, resultando uma síntese traduzida pela expressão impostura. Na economia este comportamento se tornou muito evidente somente agora com o lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC. Depois da medíocre performance da economia brasileira durante os quatro primeiros anos do governo Lula, aliás, em nada diferentes dos oito anos de FHC, cujos índices de crescimento nesse período de doze anos, em média, são inferiores a 2,5%, o governo Lula ao lançar o PAC deu a demonstração na economia da mesma postura adotada na política, pois, como afirmei em outro artigo, este plano é a “farsa atabalhoada” de um governo que não se propõe a governar na perspectiva de criar melhores condições de vida para o povo, mas, tão somente, construir um projeto de poder totalitário. Tinha razão, pois além de se tratar de uma farsa caracterizada como peça de exclusiva retórica em seu sentido mais pejorativo, o PAC se apresenta sem nenhuma consistência uma vez que todas as suas premissas são falsas e, daí, insustentáveis. Esta peça jamais poderá ser tida como um Plano Econômico a objetivar o crescimento da economia do País. A “lógica” do circulo virtuoso apresentada para este crescimento que aponta para uma maior oferta ao mercado que resultará em estabilidade de preços forçando a queda dos juros e aumentando o crescimento do PIB em 5% ao ano representa, apenas, retórica de baixo calibre, insustentável diante da antítese – segundo momento da dialética – porquanto existem três fatores impeditivos à consecução desse objetivo e que no PAC não está contemplada a sua remoção: a queda da elevadíssima carga tributária que beira os 40% do PIB, impraticáveis para um País que deseja crescer; os juros estratosféricos que inviabilizam qualquer empreendimento; e a falta de investimentos suficientes para a geração anual de energia da ordem de 7.000 megawatt–MW, a fim de garantir a possibilidade de um crescimento sustentável e, mesmo assim, após cumpridos os outros requisitos. Bem..., o espaço para este artigo acabou, mas não ficarei aqui. Aprofundarei o tema nas próximas semanas.


SENADOR ALMEIDA LIMA



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quinta-feira, março 01, 2007

Luiz Inácio da Silva com as elites anestesiadas implanta a ditadura socialista

Do Observatório de InteligênciaPor Orion Alencastro


01 de março de 2007
A demora na formação doministério poderia ser aprocura do futuro chefe docomissariado do povo paraa segurança do Estado, nomodelo Lavrenty Beria,ministro de Stalin.

Voltamos de Brasília estarrecidos com o frio assassinato de três franceses no Rio de Janeiro, que se dedicavam a ONG preocupada em tirar jovens brasileiros das fronteiras da delinqüência. A França ficou compungida com a barbárie cometida. Crime hediondo praticado por um ex-menor "recuperado" chocou a sociedade brasileira e foi amplamente comentado pela imprensa internacional.

Tomar cafezinho em alguns dos andares do Palácio do Planalto, encontrar nossa antiga mesa de trabalho faz bem e serve de sintonia fina da política para aqueles que desenvolvem o sexto sentido do espírito estratégico. Aconselhamos a quem desejar avaliar o pulso do Governo, arranjar um pretexto, adentrar na sede da Presidência da República e ousar captar no ar o que tramam os seus prestidigitadores. O destino desta bela e rica Pátria está em jogo, não se sente a mínima vibração cívica no interior das instalações inauguradas pelo estadista JK.

MAGA, o alquimista marxista-leninista do Palácio.Golbery foi embora, reina o alquimista Garcia
Já não pairam mais espíritos de magnânimos sonhadores nos seus corredores. O mais arraigado era o espírito rondador do mago Golbery, que aos poucos foi perdendo o espaço nas salas e salões do terceiro andar. Hoje, o "Bruxo" é reconhecido perdedor para o encarnado espírito em MAGA. Marco Aurélio Garcia é figura polifacética, grotesca e responsável pela grande alquimia marxista-leninista do Foro de São Paulo, inoculada na ação enfeitiçadora do metalúrgico que chegou à Presidência da República.

Presidente com inveja de Deus, a caminho da ditadura


Luiz Inácio da Silva atua conforme ascartilhas e deliberações do Foro deSão Paulo. Teomaníaco, considera-seimbatível e já reeleito em 2010.Por outro lado, devemos inferir que o Palácio do Alvorada foi realmente exorcizado com fins deliberadamente proféticos. A reforma civil do imóvel histórico patrocinada pelos empreiteiros da Pátria foi, na verdade, executada para dar segurança aos ritos da permanência do casal residente até que os fins se justifiquem. Tudo está sendo organizado e montado para que o casal bata recorde de domicílio, quem sabe competindo no poder com o ditador autocrático Hugo Chávez, que faz do nosso presidente da República, seu fantoche. Luiz Inácio da Silva convence-nos que é um teomaníaco, invejoso de Deus, no seu íntimo já se consideraria imbatível e reeleito para o terceiro mandato, segundo percepção de empresários e políticos durante conversas. O tema tem merecido visão prospectiva de analistas independentes e de centros de estudos estratégicos pelas suas nuances caudilhescas, que não escondem a vocação de ditador democrático, ciente do processo de empacotamento socialista da sociedade brasileira.

Usa o seu populismo temperado com o gramscismo, a arte cênica na oratória e dos ilusionistas, se ampara no aparelhamento do Governo, levando ao cadafalso do comprometimento seus aliados políticos: banqueiros, intelectuais do pensamento único, idiotas vaidosos do parlamento, magistrados sem personalidade, jornalistas cativos, empresários cooptadores e imprudentes, pastores e fiéis de igrejas sem transcendência, agentes da corrupção e do crime organizado, ONGs com apoio oficial, guerrilheiros rurais do MST e guerrilheiros urbanos da CUT, tudo em sintonia com as cartilhas e deliberações do Foro de São Paulo.


Aqui se trama o destino da sociedadee do país.Palácio pretende domínio do Congresso e Justiça aliada


O presidente da República garante um futuro promissor aos presidentes do Senado e da Câmara, a dupla subserviente Renan e Chinaglia, ao querer dar um jeito no fino estilo dos ditadores, subjugando o legislativo em ação combinada para vitórias sucessivas de projetos de interesse do Executivo, com prioridade aos de apoio ao PAC e aqueles que, no futuro, lhe garantirão a emenda constitucional com direito a eleições sucessivas à presidência da República. O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Nelson Azevedo Jobim, seria o braço forte para a aliança amiga do Governo.

A dupla que combina o caminho paraa permanência no poder.Depois de circular pelos corredores, passar pelo terceiro andar, conversar com ajudante de ordens, assessor político frustrado, agente de segurança, copeiro e garçom, três secretárias e um encarregado de gabinete de ministro da casa, desembarcamos deprimidos pela lateral do palácio, com o insight que todos falam a mesma língua, está tudo muito bom, a luta continua para o terceiro mandato. É só ter sucesso no Congresso, comunicar muito bem ao povo o que fez e esconder o que não fez. Pobre povo ignorante que não quer pensar, não conhece e não sabe de nada, inconscientizado pelos meios de comunicação, não percebe que a ditadura democrática vermelha se implanta, lenta e gradual, e se ampliará pelo poder da corrupção, da irresponsabilidade administrativa, do solapamento da verdadeira democracia.


Tudo pronto para a futura KGB

A silenciosa tática da alquimia marxista-leninista é não baixar a maioridade penal, mas deixar o crime se organizando, mantendo a leniência providencial do parlamento, do judiciário e dos arautos dos direitos humanos para justificar a mais ampla catalogação dos cidadãos, o controle social ideológico pelo monitoramento da polícia secreta sobre os inúmeros registros civis: RG, CPF, Título de Eleitor, INPS, PIS, PASEP, FGTS, ISS, ICMS, Carteira de Habilitação de Motorista, IPTU, RENAVAN, Serasa/BC, contas bancárias, SPCs, INCRA, passaportes/PF, registros de armas, telefones, internet,...

No café de saída do Aeroporto de Brasília, ao lado de alguns sacripantas da Pátria, entendemos que a Nação no Estado criminoso e deletério justificará o auto-golpe do Governo para a transição oficial da ditadura socialista do país. Daí entende-se o estágio de desprezo aos guardiões constitucionais da Nação, as indormidas Forças Armadas. Já temos idade, assistimos a construção da nossa Pátria e a sua chegada à oitava economia do mundo, tínhamos orgulho de ser brasileiros no exterior, havia progresso, desenvolvimento e civismo. Hoje, o mundo é diferente e o Brasil também. Mas, temos certeza que, se necessário for, o Exército Brasileiro, a Marinha, a Aeronáutica não passarão para a história como traidores da Constituição e do povo brasileiro. (OI/Brasil acima de tudo)

Mercados venezuelanos "carimbam" clientes



01 de março de 2007
Da Redação
A rede de mercados Mercal do governo venezuelano está "marcando seu gado": os clientes estão sendo carimbados para sinalizar que já compraram no estabelecimento. O novo procedimento nada democrático é uma forma de controlar o consumo dos venezuelanos e constitui-se em agressão física, posto que o carimbo é feito em alguma parte não visível do corpo.Se Luiz Inácio da Silva continuar seguindo os passos do caudilho Hugo Chávez, em breve o mesmo estará acontecendo no Brasil. Talvez a próxima campanha do governo seja colocar em votação qual o carimbo a ser adotado: a estrela vermelha ou a foice com o martelo. Segue matéria publicada no "Correo del Caroní".Mujeres fueron agredidas en Mercal de 25 de Marzo (26-02-2007)
Iban a comprar pollo y se presentó una discusión con una de las muchachas que cobra, por eso las detuvieron y hasta las esposaron preventivamente.

Jenny Rodríguez y Briseida Muñoz denunciaron que sufrieron varias agresiones por parte de una de las cajeras del Mercal ubicado en 25 de Marzo, por no aceptar que les pusieran un sello en una parte no visible de su cuerpo.

Ambas mujeres manifestaron que fueron a comprar pollo, hicieron su respectiva cola y al momento de pagar la dependienta les dijo que debía ponerles un sello, a lo cual no pusieron resistencia las damas.

Sin embargo, el sello no les sería colocado en una mano o en brazo sino en el abdomen, cosa que no le gustó a Muñoz, quien se puso a discutir con la cajera para que no la marcara.

Sin embargo, el sello no les sería colocado en una mano o en brazo sino en el abdomen, cosa que no le gustó a Muñoz, quien se puso a discutir con la cajera para que no la marcara.

Aunque al principio intentaron llegar a un acuerdo con la joven, ésta no hizo caso y de todos modos las marcó. Ambas féminas se mostraron molestas y se creó una suerte de pelea en la que la dependienta arañó a las señoras, y no conforme con eso, mandó a llamar a la Policía que se las llevó detenidas para la Comisaría de Vizcaíno.

"Yo no quería que me pusiera el sello, le dije que por qué no lo hacía en mi mano y listo... pero ella no estuvo de acuerdo y empezó a arañarnos, eso fue terrible, siempre hay un maltrato, un insulto para las personas que compramos, cosa que no debería ser", declaró Muñoz.

La Policía estadal trasladó a las damas a la jefatura de esa jurisdicción, posterior a ello fueron llevadas a la sede del Cuerpo de Investigaciones Científicas, Penales y Criminalísticas para abriles una averiguación.

Una vez allí las pasaron a la orden de la Fiscalía del Ministerio Público que permitió finalmente que salieran en libertad. Las agraviadas dicen que no se justifica que las hayan tratado de ese modo tan grosero como si fueran delincuentes.

"Sólo reclamamos nuestros derechos, ella no tenía por qué tratarnos así, la Policía al principio nos trató como si hubiésemos matado a alguien, hasta nos pusieron esposas y no nos dejaban ver a nuestras familias", expresó Rodríguez. (NG)